O empreendedorismo informal não é exceção: é regra. Segundo o estudo, 66% dos donos de negócios no Brasil são informais, o que representa 20 milhões de pessoas. Isso mostra a dimensão do desafio — e da oportunidade — que temos pela frente.
Esses empreendedores informais são, majoritariamente, homens (66,4%), chefes de domicílio e adultos entre 30 e 59 anos. A informalidade é especialmente alta nas regiões Sudeste e Nordeste, mas é no Norte que sua presença proporcional é maior. Eles se concentram principalmente no setor de serviços e, em sua maioria, trabalham sem local fixo e não contribuem para a previdência.
Apesar dos desafios — como renda média 65% menor que a dos formais, baixa geração de empregos e precariedade das condições de trabalho — o estudo mostra avanços. Há um claro aumento da escolaridade entre os informais, e a pandemia evidenciou sua resiliência e capacidade de adaptação.
Para o Sebrae, o recado é claro: é preciso ampliar o alcance das políticas de formalização, educação empreendedora e inclusão produtiva. Este estudo é uma base sólida para direcionar ações que ajudem os informais a darem o próximo passo rumo à sustentabilidade e à formalização.
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