como Josiane Simonett transformou a Serena Arte em Resina em renda, ensino e empreendedorismo feminino
A história da Josiane é parecida com a de muitas mulheres que empreendem: depois da maternidade, o desejo de ter mais tempo e autonomia ficou mais forte, mas a rotina corporativa e a carga mental dificultavam tudo. Foi nesse contexto que a resina apareceu primeiro como alívio — vendo vídeos e testando materiais em casa — e depois como possibilidade de negócio.
O começo veio com um choque de realidade: a renda não apareceu “rápido” como ela imaginava, e a dupla jornada virou rotina. Entre produção, atendimento, encomendas e entregas, a sensação era de trabalhar muito e ainda assim não conseguir enxergar estabilidade.
Durante a pandemia, além dos desafios práticos, surgiu uma oportunidade: muita gente queria aprender algo novo e começou a procurar Josiane para tirar dúvidas. Ela percebeu que podia transformar conhecimento em produto — e começou a testar um novo caminho com conteúdo, lives e curso online.
Com o tempo, ficou claro que a resina podia ser muito mais do que “vender peça”: o negócio passou a combinar três frentes que se fortalecem juntas:
Na jornada, Josiane reforça um ponto essencial do empreendedorismo feminino: empreender não precisa ser solitário. Rede, conexões e acesso à informação encurtam caminhos — especialmente para mulheres que precisam conciliar trabalho, casa, cuidado e decisões financeiras.
É aqui que o Sebrae/PR aparece como ponte de inclusão produtiva e equidade: um lugar para buscar orientação prática, encontrar capacitação e descobrir oportunidades que ajudam a organizar o negócio e tomar decisões com mais confiança.
Para quem empreende (ou quer empreender) no Paraná, serviços como a Sala do Empreendedor ajudam a entender o caminho da formalização, com foco em microempreendedor individual (MEI), documentação e dúvidas do dia a dia.
E, quando o assunto é dinheiro e crescimento, a Orientação ao Crédito Sebrae ajuda a conhecer linhas e avaliar decisões financeiras com mais segurança.
A trajetória da Josiane Simonett mostra uma lição prática para pequenos negócios: quando você organiza a base (formalização e gestão), amplia repertório (capacitação) e constrói rede, o artesanato deixa de ser “só produção” e vira empresa — com mais previsibilidade e mais possibilidades de crescimento.
Quer transformar sua vida e abrir sua própria empresa? Entre em contato com o Sebrae Paraná:
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