As mulheres já lideram práticas decisivas para mitigação e adaptação climática, conectando saberes tradicionais, empreendedorismo comunitário e redes de cuidado que sustentam territórios inteiros. O relatório mostra que esse protagonismo opera em três frentes: trajetórias institucionais, imersão territorial e identidade local, sempre com foco na diversidade, no bem-estar e na permanência nas comunidades. Esse conjunto forma a espinha dorsal da transição justa no Brasil.O estudo também expõe barreiras gritantes: pobreza de tempo, invisibilidade política, falta de redes, racismo institucional e baixa segurança jurídica, especialmente para mulheres indígenas, ribeirinhas e quilombolas. O resultado é um funil perverso: poucas mulheres conseguem acessar editais, crédito e espaços de decisão, enquanto a maioria segue invisibilizada. A desigualdade estrutural não decorre de “falta de motivação”, mas de ambientes que não permitem que elas tenham tempo, voz, renda e proteção.
Apesar dos obstáculos, as oportunidades emergem com clareza: infraestrutura de cuidados, financiamento contínuo (não apenas editais pontuais), compra pública direcionada a grupos femininos, trilhas de formação com linguagem simples e políticas de longo prazo que tratem cuidado, paridade e segurança jurídica como política econômica — não como pauta social. O relatório é taxativo: sem essas condições, não há transição justa.
Para o Sebrae, o estudo aponta uma rota clara: capilaridade territorial, linguagem acessível, apoio operacional real e articulação entre governos, coletivos femininos, universidades e financiadores. O Sebrae é visto como “agente de campo” capaz de transformar agendas globais em soluções práticas — desde formação climática até conexão com crédito e políticas estruturantes. O relatório entrega um recado direto: se o Brasil quer liderar a COP30, precisa colocar as mulheres no centro da estratégia climática.
Priorizar mulheres liderando negócios, cooperativas ou iniciativas comunitárias.
Mapear redes femininas no território e apoiar com compra, contratação ou divulgação.
Incluir recorte de gênero nas decisões de projetos, editais e parcerias.
Reduzir barreiras internas: facilitar linguagem, horários, processos e acesso a oportunidades.
Apoiar infraestrutura de cuidados como parte da estratégia de aceleração.
Dar visibilidade ativa — indicar mulheres para eventos, mídia, painéis e parcerias.
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