O mercado pet no Brasil apresenta alto nível de expansão e diversificação, impulsionado pelo vínculo emocional entre tutores e animais de estimação e pela ampliação dos serviços especializados. O crescimento do setor se reflete na distribuição das empresas em todo o território nacional, com forte presença também fora dos grandes centros, criando um ambiente favorável para novos negócios.
Apesar do crescimento, o setor enfrenta desafios importantes de sustentabilidade. A taxa de mortalidade das empresas pet alcança 36,89% nos últimos três anos, com idade média de encerramento de 1,7 anos, evidenciando a necessidade de planejamento, gestão financeira e diferenciação. No comércio pet, a mortalidade chega a 40,15%, enquanto nos serviços é de 32,04%, mostrando diferenças relevantes entre os modelos de negócio.
A estrutura do setor é majoritariamente composta por micro e pequenas empresas, que representam 98% dos negócios pet no Brasil, com forte protagonismo dos MEIs, responsáveis por mais de 111 mil empresas. Esse perfil reforça o caráter acessível do mercado, mas também aponta para alta competitividade e margens sensíveis, exigindo estratégias claras de posicionamento e eficiência operacional.
O nível de maturidade do mercado indica estabilidade combinada com oportunidades de entrada. A idade média das empresas pet é de 5,6 anos, com 45,4% em fase inicial e apenas 18,3% superestabelecidas, além de regiões onde o número de habitantes por empresa supera 1.600 pessoas, acima da média nacional de 932, sinalizando espaços promissores para novos empreendimentos.
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