

Esse é o movimento “ideal” para todo profissional de sucesso. Ou melhor, essa era a idealização do mercado anos atrás, mais especificamente para a geração baby boomer (1946- 1964) e millennials (1981-1996), que cresceram ouvindo sobre a importância de garantir a estabilidade profissional e financeira para atingir a felicidade.
O que mudou? A entrada da geração Z no mercado de trabalho.
Um grupo que reposicionou a hierarquia da qualidade de vida e da estabilidade profissional, mostrando que hoje é mais importante trabalhar em um local que te faz bem, do que em uma empresa que pode até garantir alguns benefícios, mas não se importa com a sua saúde mental.
E é a partir deste comportamento que o mercado transformou a transição de carreira de um tabu para uma tomada de decisão sobre a qual vale a pena refletir. Inclusive, de acordo com uma pesquisa feita pela plataforma Catho para a CNN, 42% dos profissionais brasileiros têm a intenção de mudar de carreira em 2025.
O estudo citado mostra que o desejo de migrar de área é mais forte entre pessoas de 26 a 35 anos e, o principal motivo para essa mudança é a qualidade de vida, seguido pelo plano de carreira e a busca por um ambiente de trabalho mais saudável, assim como novos desafios.
Em um mundo no qual viver bem não significa apenas ter estabilidade financeira, pode-se dizer que o autoconhecimento e o autocuidado auxiliam na identificação de respostas essenciais para uma mudança de carreira, como:
Um outro dado interessante do estudo mostra que a falta de qualificação para atuar em uma nova área é citada por 35% dos participantes da pesquisa, enquanto a insegurança financeira durante a transição preocupa 12%.
O autoconhecimento pode ser o ponto de auxílio para essas duas objeções, mas como transformar reflexões em ações concretas? É aqui que ferramentas como a Programação Neurolinguística (PNL) fazem a diferença na prática.
A PNL oferece técnicas excelentes para quem está em transição:
• Ancoragem de estados de confiança: Criar gatilhos mentais que ativam sua melhor versão durante entrevistas e networking;
• Modelagem de excelência: Identificar e replicar estratégias de profissionais bem-sucedidos na área desejada;
• Planejamento por objetivos bem formados: Estruturar sua transição com metas específicas, mensuráveis e prazos definidos.
Se a resposta é sim, lembre-se que a transição de carreira não é um salto no escuro, é uma jornada planejada de autoconhecimento. O mercado nunca esteve tão receptivo a profissionais que priorizam sua realização pessoal, já que isso se reflete também em produtividade, criatividade e resultados.
A pergunta não é "se" você deve fazer essa mudança, mas "como" você vai se preparar para ela.



