Logo Comunidade Sebrae
Home
bedtime
Imagen da logo do Sebrae
icone menu de opções
Iníciokeyboard_arrow_rightVida de MEIkeyboard_arrow_rightArtigos

Trabalhadores autônomos batem recorde no Brasil durante segundo trimestre

avatar FLAVIA DE SIQUEIRA VIANA
Flavia De Siqueira Vianafavorite_outline Seguir perfil
fixo
thumb_up_alt
Trabalhadores autônomos batem recorde no Brasil durante segundo trimestre
Criado em 25 NOV. 2021
text_decreaseformat_color_texttext_increase

A crise econômica e social que atingiu o Brasil e se agravou durante a pandemia gerou mudanças expressivas no mercado de trabalho e nos recursos a que os trabalhadores brasileiros poderiam recorrer.

De acordo com os dados da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios (PNAD), que abarcam os últimos dez anos, há um cenário a ser compreendido no mercado de trabalho no país.

Apontando uma mudança radical na estrutura das vagas e da maneira de trabalhar, a PNAD revelou que cerca de 5,8 milhões de trabalhadores, entre os 24 milhões de ocupados, seguem com um regime de trabalho formal, com CNPJ.


Para alguns analistas, isso é um sintoma do cenário de contratação mais flexível, oferecendo menos garantias e direitos aos trabalhadores, ao mesmo tempo que diminui os impostos recolhidos para a contabilidade pública. Com isso, enquanto diversos trabalhadores encontram uma maneira de voltar ao mercado de trabalho sob essas condições, nem sempre o retorno se assemelha aos cenários da pré-pandemia.


Entre os 24 milhões de trabalhadores autônomos, há ainda algumas subdivisões. Entre os mais qualificados, os salários e as condições de trabalho costumam ser maiores, já que esses profissionais costumam ter condições de inserção mais privilegiadas. Por outro lado, há uma grande massa de trabalhadores que se apresenta por conta própria, atuando na informalidade e com condições menos atraentes, geralmente abarcando profissionais com menor qualificação.


Para esse segundo grupo, especialistas apontam que a falta de direitos trabalhistas, por conta da ausência da carteira assinada, leva a uma vida laboral mais precária. Eles não têm direito ao seguro-desemprego, além de outros benefícios que deixam de ser concedidos a esses trabalhadores, considerados menos qualificados.


Trabalhadores em diferentes áreas

Principalmente entre os trabalhadores com menos qualificação, é comum ver ocupações em diferentes áreas, que vão desde o comércio até a indústria. Quem possui mais recursos pode investir em um negócio próprio, tornando-se autônomo e aprendendo sobre variados setores.


A dica de especialistas, nesse caso, é que os trabalhadores busquem a formalização, mesmo quando a ideia for desempenhar uma atividade temporariamente. Isso porque ter um CNPJ oferece mais segurança jurídica e está ligado a maiores ganhos, pois os salários chegam a ser maiores para quem possui o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica.


avatar FLAVIA DE SIQUEIRA VIANA
Flavia De Siqueira Viana
favorite_outline Seguir Perfil
capa Vida de MEI
Vida de MEI
people 7434 participantes
O espaço dedicado exclusivamente aos Microempreendedores Individuais. Aqui você encontra conteúdo para ajudar quem já é MEI na solução dos problemas, e também para guiar todos aqueles que estão pensando em se formalizar. Seja bem vindo!
fixo
Em alta
Inscrição Estadual MEI - Paraná
24 nov. 2022Inscrição Estadual MEI - Paraná
VENDAS NA INTERNET: Como trabalhar sendo afiliado
09 nov. 2021VENDAS NA INTERNET: Como trabalhar sendo afiliado
Para ver o conteúdo completo, bastase cadastrar, é gratis 😉
Já possui uma conta?