

Ao encerrar um contrato de trabalho, uma das maiores responsabilidades do empregador é pagar a rescisão no prazo correto. O descumprimento da lei pode gerar multas, processos judiciais e até abalar a reputação da empresa. Saber exatamente quanto tempo o empregador tem para pagar a rescisão é essencial para evitar riscos. Neste artigo, você vai entender os prazos da CLT, quais verbas devem ser pagas e como se organizar para cumprir a lei sem prejuízos.
A rescisão é o encerramento do vínculo empregatício. Nesse momento, o empregador deve quitar todas as verbas trabalhistas devidas ao empregado.
Atrasar a rescisão significa expor a empresa a multas, ações trabalhistas e juros, aumentando custos que poderiam ser evitados com organização.
A rescisão é o encerramento do vínculo empregatício. Nesse momento, o empregador deve quitar todas as verbas trabalhistas devidas ao empregado.
Atrasar a rescisão significa expor a empresa a multas, ações trabalhistas e juros, aumentando custos que poderiam ser evitados com organização.
De acordo com o artigo 477 da CLT, o empregador tem 10 dias corridos a partir do término do contrato de trabalho para pagar as verbas rescisórias.
Se a dispensa for imediata, o prazo de 10 dias conta a partir da comunicação da demissão.
Se o aviso prévio for cumprido, o prazo começa no último dia efetivamente trabalhado.
Mesmo quando o desligamento parte do empregado, a empresa deve respeitar os 10 dias corridos para pagamento.
O prazo também é de 10 dias corridos após o término do contrato.
Cumprir o tempo para pagar rescisão exige que o empregador quite todas as verbas devidas:
Saldo de salário (dias trabalhados no mês);
Férias vencidas e proporcionais com adicional de 1/3;
13º proporcional;
Multa de 40% sobre o FGTS (em caso de demissão sem justa causa).
Antes da Reforma de 2017, os prazos variavam de acordo com o tipo de aviso prévio.
Com a mudança, foi criado um prazo único de 10 dias corridos para todas as hipóteses de rescisão.
Se a empresa não pagar no prazo, deverá arcar com multa equivalente a um salário do empregado, além dos valores devidos.
O trabalhador pode ingressar na Justiça do Trabalho, cobrando as verbas e expondo a empresa a condenações adicionais.
Mesmo nos contratos de experiência, o prazo de 10 dias deve ser respeitado.
Nos contratos temporários, previstos na Lei nº 6.019/1974, a regra também é a mesma: pagamento em até 10 dias.
Preparar antecipadamente os cálculos e documentos evita atrasos.
Explicar ao trabalhador quais valores estão sendo pagos reduz dúvidas e litígios.
Contar com suporte especializado ajuda a empresa a cumprir a lei e evita erros que possam resultar em multas.
1. Qual o prazo para pagar a rescisão de um empregado?
Até 10 dias corridos após o fim do contrato.
2. O prazo é diferente no pedido de demissão?
Não, o prazo continua sendo de 10 dias.
3. E se o empregado for demitido por justa causa?
O prazo também é de 10 dias.
4. O que acontece se a empresa não cumprir o prazo?
Pode ser condenada a pagar multa de um salário.
5. O prazo mudou com a Reforma Trabalhista?
Sim, hoje é único: 10 dias corridos.
6. O contrato de experiência segue a mesma regra?
Sim, o empregador deve pagar em até 10 dias.
7. Como evitar problemas com o pagamento da rescisão?
Organizando documentos e contando com suporte contábil ou jurídico.
Respeitar o tempo para pagar rescisão é uma obrigação legal e uma boa prática de gestão. Ao seguir o prazo de 10 dias corridos e incluir todas as verbas devidas, o empregador evita multas, processos trabalhistas e demonstra respeito ao ex-colaborador.
Em resumo: cumprir os prazos de rescisão é mais do que obrigação legal — é uma medida inteligente para reduzir riscos e manter a empresa protegida de litígios.



