

O Pix se tornou o meio de pagamento mais usado no Brasil, pela sua praticidade e rapidez. Porém, com o avanço da tecnologia, os golpes do Pix em 2025 evoluíram — e estão cada vez mais sofisticados. Entender como esses crimes funcionam é essencial para garantir sua segurança financeira e evitar prejuízos.
Neste tipo de golpe do Pix, o criminoso finge ter feito uma transferência equivocada e pede que a vítima devolva o valor. A transação inicial, no entanto, vem de uma conta fraudulenta ou clonada. 👉 Dica: nunca devolva valores sem confirmar com o banco a origem do Pix.
Em 2025, aumentaram os casos de fraude bancária por meio de ligações e mensagens falsas. O golpista se passa por funcionário do banco ou do Banco Central, solicitando dados ou pedindo que a vítima “confirme” uma transação. 👉 Atenção: instituições financeiras nunca pedem senhas ou códigos por telefone.
Criminosos criam versões falsas de aplicativos bancários para capturar dados de login e senhas. Esses apps falsos circulam principalmente fora das lojas oficiais (Play Store ou App Store). 👉 Evite: baixar aplicativos a partir de links recebidos por mensagens.
Um dos golpes do Pix mais comuns em 2025 envolve QR Codes modificados. O golpista altera o código de pagamento, redirecionando o dinheiro para outra conta. 👉 Como se proteger: confira sempre o nome do recebedor antes de concluir a transação.
Anúncios em redes sociais prometem lucros rápidos e seguros. Após o pagamento via Pix, o contato desaparece. 👉 Recomenda-se: verificar a reputação da empresa e desconfiar de promessas de ganhos fáceis.
⚖ A atuação do Banco Central e a Resolução nº 147/2021 O Banco Central tem reforçado as regras de segurança do Pix com a Resolução nº 147/2021 BCB, que determina: Limite de valores para transferências noturnas;
Bloqueio cautelar de valores suspeitos; Comunicação entre instituições financeiras para rastrear operações. Essas medidas visam proteger os usuários e reduzir o número de fraudes bancárias no país.



