

O empreendedorismo feminino no Paraná é guiado por autonomia, persistência e foco em resultado. A maioria das empreendedoras entrevistadas criou seus próprios negócios, usa recursos próprios e carrega sozinha a gestão da empresa — além das tarefas domésticas e da responsabilidade familiar.
Os dados mostram que a principal motivação para empreender ainda é a busca por maior renda (39%), seguida pela conciliar trabalho com a vida familiar (38%). A autonomia para estar mais próxima da família é percebida como a maior vantagem, mas a instabilidade financeira e o estresse também se destacam como grandes desafios.
Mais de 90% das entrevistadas se consideram as principais decisoras do negócio, e 75% afirmam que criaram a própria empresa. Porém, quase metade já pensou em desistir no último ano. A resiliência se sustenta em fatores como propósito, sonho e necessidade — e reforça o quanto é urgente fortalecer essas mulheres com acesso a redes, capacitação e apoio real.
O estudo ainda aponta que as mulheres empreendedoras se capacitam mais, mas sentem falta de apoio emocional, divisão de tarefas e inclusão em redes de suporte. É um retrato completo, que permite repensar políticas, serviços e estratégias para gerar impacto e crescimento.
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